sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

AMOR DESPROVIDO

Amor sem barreiras, sem fronteiras, sem pudor.
Amor que surge, que infiltra, dilacera,
mina, fortalece e me faz possível.

Trafego no limite, na tangente,
na fronteira do meu lugar.
Nasci, cresci e morrerei.
Perto desse amor talvez não.

Nas cinzas encontro a cor oposta,
que me sinaliza, me seduz,
me conduzindo sem destino.
Me ensina o que devo e o que devo. Não, jamais.

Em tempos reais peço pausa,
quero o sonho, o impossível.
Mas vou lá e faço, conquisto.
Mostro que cheguei, deito, relaxo e fico de pé.

Sigo mutante, nasci assim.
Se vou morrer, acho que não.
Pelo menos hoje.

4 comentários:

valzinha disse...

Todos nós temos um pouquinho deste sentimento imperfeito e necessário do amor desprovido.
Adorei!
Beijo

Rodolfo disse...

adorei seu comentário. só não sei quem vc é!!! Gostaria de saber!!!

valzinha disse...

Poxa Rodolfo, desculpe..esqueci de assinar. Foi a pressa para ler as demais poesias.
Sou eu, Valência.
Beijo e mais uma vez: Perfeito!

Rodolfo disse...

rs Oie...Imagina, só queria saber quem era.....obrigado, e bom saber que vc continua me visitando!!! bjsssss